Choque de realidade

Essa história me aconteceu ontem, ainda está bem fresca (ui!) na memória e me marcou muito. É mais um texto baitola do tipo “meu querido diário”, mas dessa vez me senti obrigado a escrever, dadas as circunstâncias sobrenaturais… Confira.

Essa foi uma semana bem atípica.

Com o lançamento do MiGuXeiToR na terça-feira, passei o resto dos dias fazendo um monitoramento alucinado de toda a repercussão que ele causou. Acompanhei sites, blogs, comentários, MSN, Orkut, relatórios de acessos, número de cliques em anúncios, posicionamento do texto e do blog aqui no ranking do WordPress…

Enfim, foi meu primeiro “viral” e coletei o maior número de dados que consegui para depois tentar entender todo o processo. Mas isso eu detalho em um outro texto.

O que eu gostaria de frisar agora é que essa foi uma semana meganerd. Passei os dias em frente ao computador, quase não saí de casa. Na sexta-feira bateu uma frustração quando olhei para trás e vi que perdi os últimos dias acorrentado à máquina. E foi tudo muito rápido, a semana passou em um piscar de olhos.

Sábado (ontem), no fim de tarde, fui ligar a bateria do carro* para subir a serra e ir à Curitiba, participar da despedida do Fejão. Ele é meu amigão desde os tempos de CEFET, baixista e vocalista do Dumbs e Correria HC (minhas bandas), parceiro de carve, skate e viagens. Está indo para a gringolândia por uns tempos.

* Ah sim, tenho um Uno tosco e ele fica parado a maior parte do tempo. Só uso para ir à Curitiba, o que acontece cerca de uma vez por mês. Então sempre desligo a bateria dele quando chego, para evitar que ela descarregue. Em Matinhos só uso bicicleta, pois a cidade é pequena e plana. Em uma palavra: libertador.

De bateria ligada, era perto das cinco da tarde quando eu estava lá no posto de gasolina da saída da cidade, calibrando os pneus do carro. Chegou um senhor que aparentava uns 50 anos, com roupas bem simples e surradas, sem mochilas nem sacolas, pele enrugada do sol. Perguntou para onde eu ia e me pediu carona até a Colônia Pereira (uns 20km dali, perto do posto policial), pois tinha perdido o último dos três ônibus do dia.

Meu instinto curitibano paranóico acendeu todas as luzinhas de advertência, tocou o alarme e ficou gritando:

  • PERIGO!
  • Cuidado!
  • Ladrão!
  • Seqüestrador!
  • Morte!
  • Ritual satânico!

Mas como já moro na praia há um ano e meio, hoje sou um cara mais sossegado e a paranóia desceu várias posições na minha lista de prioridades. Ignorando as luzinhas, respondi: “Sim, claro!”.

Simpático e falador, fomos conversando no caminho e ele me contou histórias de lugares onde trabalhou e viveu.

Ao ver duas mudas de pimenta, que eu estava levando para o meu padrasto Gabriel (eu sempre, SEMPRE fico na dúvida se é “paDRasto” ou “padasTRo”), ele disse que plantava pimenta e queria me dar algumas de presente. “Vamos lá no meu sítio”. Era só sair da rodovia e entrar em uma estradinha de chão.

  • Luzinhas de novo!
  • Mais perigo ainda!
  • Ninguém sabe que você está aqui!
  • Vai entrar com o carro no meio do mato!
  • Você nem conhece esse cara!
  • Pssssst. Quieto seu curitibano bundão.

Ele abriu a cancela de madeira e arame farpado e estacionei o carro dentro do sítio. Pegou uma sacola e foi até um pé de pimenta. Colheu algumas. “Ah, aqui tem uma outra pimenta muito gostosa, ela tem três cores”. Colheu várias da pimenta colorida. Andou mais um pouco e agora era um terceiro tipo de pimenta. A sacolinha ficou farta.

Então caminhamos por todo o sítio (gigante), acompanhados pelos seus dois cachorros e um gato, onde ele orgulhosamente me mostrou suas plantações (abacaxi, banana, fruta do conde, mamão, café, alface, mandioca, cana-de-açúcar, …), seus três tanques de peixe (que ele fez sozinho, na enxada), sua “praia” particular (um córrego com areia, bom para tomar banho no verão), o lugar de onde ele tirou areia para construir a cozinha da casa, …

Vixe, ficamos mais de meia hora andando e vi muitas coisas, tudo feito e cuidado por ele próprio, sozinho. Sem trator nem ajudantes, tudo na mão e na raça. João era seu nome. Seu João, memorizei.

Me convidou para entrar em sua casa (que foi ele quem fez). Cozinha de alvenaria com fogão à lenha, o resto era de madeira (tábuas coloridas, sem tinta). As paredes e o teto do canto do fogão estavam completamente pretos, de fumaça acumulada com o uso. Não havia chaminé. A única torneira da casa era na pia, uma ponta de cano que jorrava água sem parar o dia todo.

“Vem direto do morro, limpinha!”, dizia entusiasmado.

Conheci sua mulher Rosana e seu filho Wellington. Conversamos sobre a vida no sítio e na cidade, sobre vários tipos de passarinhos, sobre natureza. A mulher era bem tímida. O piá devia ter uns 11 anos, era bem esperto e falador, contou histórias de seu cachorro que brincava com uma cobra de dois metros, do gato filhote que chegou e ficou, do passarinho gigante que tinha visto semana passada e do orquidário que planejava fazer ali.

Estava escurecendo e as butucas começaram e me morder. Então me lembrei que ainda tinha uma viagem a fazer!

Antes de eu sair ainda me deram mandioca cozida fresquinha para comer (muito boa), e além das pimentas ainda ganhei um potão de melado, feito com a cana colhida, moída e cozida ali no sítio.

Pimentas e melado

Seu João durante a conversa me falou várias vezes para voltar lá com toda a família e passar uns dias com eles. “Traga seus pais, seus irmãos, eles vão gostar”.

Me despedi e voltei para o asfalto solitário.

Fiquei pensando em como essa família tinha uma vida simples, autônoma e, pelo que pude notar, feliz. Falavam com muito orgulho sobre as coisas do sítio e as vantagens de se morar no mato. Me deram comida e presentes sem pedir nada em troca. Seus sonhos e planos de vida eram todos bem simples, que R$ 30.000,00 realizariam com folga.

Quanto vale mesmo um carro “popular” hoje?

Depois fiquei pensando em como eu fui cair no meio disso tudo. O posto, a carona, as mudas de pimenta. Não estava planejado, eu só ia para Curitiba e pronto. No fim fiquei mais de uma hora lá no sítio e conheci em detalhes uma realidade que está bem longe da minha, mesmo eu morando em uma cidade pequena e pacata como Matinhos.

Saí do sítio com a sensação que nada disso aconteceu por acaso. Sinto que foi Deus quem colocou o Seu João no meu caminho e que esse choque de realidade, depois de uma semana de overdose virtual, era necessário.

Comecei a acreditar em Deus no ano passado. Nem contei né? Preciso fazer um texto sobre isso qualquer dia, é uma boa (e longa) história…

Essa história toda me marcou muito e me fez pensar em minha própria vida, sonhos e objetivos. O resto da viagem foi uma introspecção.

Sinto que esse encontro inesperado foi um sinal divino. Divine Intervention, como diria o Slayer… Só não tenho certeza do que era para eu entender ou fazer. Essas linhas tortas são difíceis de ler.

E por mais bizarro que pareça, quando eu estava lá dirigindo e pensando sobre tudo o que tinha acontecido, o blog me veio na cabeça. Mas hein? O blog? Ué… Ah! Já sei, tenho que contar essa história. É isso? Acertei?

Bem, se acertei ou não, cá estou :)

60 Respostas to this post.

  1. Publicado por Aline em 27 Maio 2007 às 20:35

    Então… vem pra Curitiba e nem me conta!?
    NEM ME CONTA!?
    Hunf!

    Tá… não vou zoar os comentários do seu blog.
    Mas… gostei da história!
    Guarda uma pimenta pra mim! Eu adoro pimenta!
    =)

    TI AMoDolu…MigUxXxu!!!!!

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  2. Louco demais…as vezes devemos parar para pensar mesmo o que é a vida e se realmente precisamos desse “mínimo” que acreditamos para a nossa felicidade…

    Gostei desse post…me fez pensar sobre o que eu quero no final do ano.

    Abraço

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  3. Publicado por Roberto em 27 Maio 2007 às 21:29

    Este final de semana vi um vídeo do Steve Jobs, a mensagem dele é bastante positiva.

    E lendo o teu o post me lembrei de uma frase dele: “Você não pode ligar os pontos olhando para o futuro, você só pode ligá-los olhando para o passado”.

    Abraços

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  4. Publicado por eljunior em 27 Maio 2007 às 21:45

    pois é, tchê…
    as melhores coisas da vida são bem simples. :)
    excelente texto, cara. muito bom ter esses ‘choques de realidade’…
    (by the way, acho que é sempre acertado escrever sobre esse tipo de experiência interessante ;-))

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  5. Este tipo de experiência é tão enriquecedora, que levará anos para “caírem todas as fichas”.

    Parabéns pelo artigo, pela experiência, e pelas inúmeras epifanias decorrentes desta experiência que ainda vão lhe surgir.

    Abraços.

    Responder

  6. Publicado por Lucas em 27 Maio 2007 às 22:30

    E pensar que acabei de voltar pra casa de uma peça de teatro, meus pais morrendo de medo de eu ser assaltado.

    Mas ei, escreva aí sua experiência religiosa :-)

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  7. Eita, eu tinha deixado o cara na estrada e olha lá!

    muito boa mesmo a história :)

    vida simples ruleia!

    []’s

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  8. Historia bacana. É engraçado como conseguimos as melhores experiências em eventos tão aleatórios.

    É bem interessante saber quando uma pessoa deixa de assumir que é ateu (Sempre falo aos meus amigos que se dizem ateus “Você acredita, mas não sabe como definir”.

    Abraços
    Rodrigo Reis

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  9. “O guia do mochileiro verde” =D
    Coisas estranhas acontecem o tempo todo, é só abrir os olhos. Todas as expêriencias, inclusive essa, que conto em meu blog, são unicas, ou como diria um amigo meu, “positivas para o bem, ou para o mal.”
    http://www.midstorm.org/~jalexandre/blog/2007/05/18/o-mal-encarnado-eu/

    Que mais experiências boas venham pra ti.

    [ ] ’s

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  10. Texto perfeito!!!… Falou tudo!!…
    Natureza = (presença de) Deus!! .. =D
    (T. de Mileto ou Pitágoras, ñ sei)

    Um dia eu ainda visito Matinhos!!.. auheuae

    Abraço!…

    Responder

  11. Publicado por Henrique em 28 Maio 2007 às 0:49

    Eita Aurélio aventureiro. Legal essa passagem viu cara. A gente encontra pessoas assim do nada mesmo que nos ensinam da sua forma peculiar alguma coisa.

    Nada de querido diário. Com a evidência que seu blog tem você sabe que tudo é lido com prazer.

    Falando em fim de semana, o meu foi alcolizado. Ainda dei fexame num rock free depois de uma cervejada na casa de um amigo. Mas fod#@!-se tudo. Afinal a casa dos 20 anos um dia vai passar.

    Abraço.

    Responder

  12. Publicado por Guilherme Gall em 28 Maio 2007 às 1:07

    Vivem me dizendo que depois de certa idade, não existem mais ateus ou comunistas. Você concorda com isso?

    Sou ateu e realmente só me lembro de conhecer uma ou duas pessoas que depois dos 25 (não sei sua idade agora) continuaram atéias.

    Responder

  13. Olha Guilherme, a exatidão da idade não importa (tenho 29), mas o que percebi foi o seguinte: com o tempo todos aqueles pensamentos e idéias transgressoras que criei e alimentei durante toda a juventude, aos poucos vão perdendo seu sentido, um a um. Hoje é comum eu ir no caminho oposto de convicções que antes externava com frases de efeito do tipo “Eu nunca foi fazer isso”, ou “Eu odeio isso”. Se isso é evolução ou simplesmente rendição ao “senso comum”, não sei. Só sei que a vida fica mais leve e simples sem seguir tantas regras que eu mesmo criei. Ser ateu era uma dessas regras. Foi difícil me libertar, mas depois ficou bem fácil enxergar além. Abração!

    Responder

  14. Publicado por Guilherme Gall em 28 Maio 2007 às 1:11

    No meu caso, uma regra criada por mim há muito tempo era acreditar em Deus. Na minha casa o único ateu sou eu, mas estou mais satisfeito assim do que antes, quando forçava a barra para aceitar uma coisa que não me parecia verdade. Acho que o que aconteceu com você, aconteceu ao contrário comigo, mas a vida também ficou mais leve e simples após me livrar da regra do teísmo.
    De qualquer forma, acredito que mudar de idéia e abandonar antigas convicções é uma das maiores virtudes do ser humano (parabéns para você por ter se libertado das “regras” que você criou) e me reservo o direito de estar pensando diferente amanhã.
    Amplexos

    Responder

  15. Sim, mudanças são sempre bem-vindas! Pobre daquele que acha que já sabe tudo. Então vamos combinar de continuar essa conversa quando eu publicar o texto sobre Deus, daí vamos trocar experiências. Abração!

    Responder

  16. Publicado por Ed em 28 Maio 2007 às 1:46

    gostei do texto, me faz pensar…..

    moro em curitiba, estou procurando emprego, sem dinheiro, mesmo com um exelente conhecimento de informatica muitas qualidades nao tenho como comprovar pois aprendi sozinho tudo, só me aparece vaga pra ganhar qs um salario minimo, tenho experiencia comprovada só em supervisor de callcenter.. :( emprego este que me fez perder uma bolsa em Eng da computação, pois não tinha tempo de estudar por o trabalho tomar todo meu tempo….
    Isso tudo acabou me deixando preso ao computador, pois sem o que fazer só me resta internet e jogar Regnum Online :P, isso até arrumar um emprego.

    Mas sempre penso, mesmo com tanto conhecimento morando em cidade grande, tenho meus parentes que moram no noroeste do paraná, uma cidade de uns 20k habitantes, meu tio sendo pedreiro ganhando pouco tem carro, sustenta a familia, comprou um terreno baratissimo qs no centro da cidade e ta construindo uma casinha propria, meus avós acabaram de sair da fazenda que cuidavam pra morar em uma casinha pequena, mas gostosa, com um terreno cheio de platas, até um abacateiro enorme, minha tia sem trabalho mesmo assim ganhou um terreno da prefeitura tb qs no centro e contruiu uma casa; mesmo com trabalhos simples e sem muito estudo, eles não passam por dificuldades, comida vem da terra, carne, meu tio sempre é chamado rpa ajudar matar uma vaca de alguem e ganha kilos de carne boa pela ajuda de limpar, tirar o coro e tudo mais…. não tem um domingo sem um churrasco ou peixada na casa de alguem parecente ou conhecido.
    Enfim, é uma vida simples, mas gostosa, longe da violencia daki da cidade grande….
    O que estamos fazendo aqui afinal ? pra que estudo, dinheiro e tudo mais, se no fim da vida vamos pensar, para ganhar dinheiro perdemos as boas coisas da vida, é raro pessoas que ganham bem passar muito tempo com a familia, almoço em familia ?? nem no natal, as pessoas normalmente na cidade grande, almoço, o filho pega uma coisa qlq e vai pra frente do micro jogar algum jogo online, a filha ou na frente da TV ou no telefone, o marido vai pra sala ver futebol, isso qd almoça em casa e a mãe… essa as vezes fica sozinha na cozinha comendo e pensando na vida, isso qd não vai ver TV tb …
    Será que é esse caminho que devemos seguir ???
    Não sei, eu não sei viver diferente, é como uma droga, um vicio, não consigo me imaginar sem um PC conectado a internet, meu sonho, ser um engenheiro e ganhar acima de 3000 por mes.
    Mas no fundo sinto que não deveria ser assim.

    Responder

  17. Ed, e por que não juntar o melhor dos dois mundos? Você pode fazer planos de morar em uma cidade pequena, perto de seus familiares e sem violência. Mas leve o computador! E de lá você faz teus trabalhos remotamente, seja com tradução técnica, programação, consultoria, o que for. Garanta o link com a Internet que é o principal, o resto vai aparecendo aos poucos. E você não vai precisar de 3 mil por mês para ter uma vida de conforto. Pelo menos não enquanto for solteiro e sem filhos :D

    Responder

  18. Publicado por LES em 28 Maio 2007 às 3:34

    Eu já tive algumas experiências assim. Mas raramente chego a alguma conclusão sobre o que significam. O tempo passa, e eu esqueço. A vida continua.

    Eu já passei dos 35 e sou cada vez mais ateu. A vida tem momentos que nos parecem mágicos, mas às vezes, um charuto é só um charuto.

    Se servir de consolo, também me atrapalho para escrever ou dizer “padrastro”. Sempre.

    Responder

  19. Publicado por Rafael em 28 Maio 2007 às 8:35

    Lindo post cara! São essas simples coisas da vida que nos fazem enxergar uma outra realidade que não vemos na correria do nosso dia-a-dia.

    []s

    Responder

  20. Publicado por Tabgal em 28 Maio 2007 às 8:39

    Heh, muito legal.

    Qualquer dia peça para o Ademar te contar a história que aconteceu a 200km de MAO :P

    Responder

  21. O Ademar, eu sei que você está lendo. Compartilha essa história aí! :)

    Responder

  22. Muito bom texto, migUxXxu…

    Acompanho seu blog há um tempo, mas é meu primeiro comentário. Então, parabéns por todos os outros posts e livros e apostilas e etc…

    Concordo com o comentário acima que falava sobre o Steve Jobs que você só vai ligar os pontos olhando para trás. A maioria das coisas de Deus a gente não tem condições de entender (nossa cabeça explodiria)… Mas Deus sabe o que faz, afinal ele criou tudo com perfeição.

    Abração.

    Responder

  23. Publicado por Fábio em 28 Maio 2007 às 9:53

    E ai Aurélio! Bom dia! Vi que parece ser uma história e bem longa, por isso vou deixar pra ler mais tarde!

    Responder

  24. Buenas Aurélio!

    “Show te pola” esse texto. Me fez lembrar a visita que fiz ao meu octagenário “nono”. O que encontrei foi uma casa simples, bem arrumada e uma família trabalhadora que se contentava com pouco, falando-se num plano pecuniário. Outra coisa, lembrei-me também de um livro que lí a pouco tempo, chama-se Vagabundos Iluminados… um dos personagens principais moram numa casinha de uma peça, bem arrumadinha, cheia de livros e com a sua mochila. Ele e o amigo viviam lendo, meditando (eram budistas) e escalando montanhas, só pelo prazer de deslumbrar a natureza, se alimentarem e dormirem como pedras.
    Really, o bom da vida para minha pessoa mora na simplicidade, nas coisa feitas por minhas mãos. por isso te digo, tu és um fazendeito cibernético, o seu João é efetivo. Ambos estão em áreas distintas mas compatíveis em sua filosofia.
    E ah… quando fores ao Mato Grosso gostaria que passasses na minha chácara, lá tem bastante verde e deliciosas guloseimas confeccionadas pela mão da minha adorável “mamma”.
    Grande abraço amigo e obrigado por regalar-me entretenimento e prazer de viver pelas letras tuas.

    Responder

  25. Fala amigo Cícero! Nunca fui para os lados do Mato Grosso, mas pode ter certeza que tua chácara será parada obrigatória. Ainda mais agora com as guloseimas! Nhammy! :D

    Responder

  26. Publicado por willedu em 28 Maio 2007 às 11:13

    Fala Aurélio!
    Mto bom o post… sua experiência e vc ter conseguido acreditar nas boas intenções do cara. Hoje em dia é difícil confiar em alguém quando se mora em cidade grande e todos querem te passar a perna :’(
    Só uma pergunta… vc vendeu a Bandeirante? O que aconteceu? E as grandes viagens pro deserto?????

    Responder

  27. Vendi, já fazem mais de três anos. Dá saudades da azulona, mas quando lembro da oficina mecânica, passa :)
    O deserto ainda quero voltar mais uma vez, com a esposa e filhos. Então agora só falta a esposa e os filhos :D

    Responder

  28. Publicado por Fábio em 28 Maio 2007 às 11:34

    Não aguentei esperar e voltei pra ler.
    Que bacana, hein Aurélio?!

    Belo post Aurélio, nos convida a refletir sobre nossos planos para o futuro.

    Com certeza Deus interfere em nossas vidas e as vezes não notamos ou não damos importância.

    Eu também me confundo com o “padrasto”. Tinha certeza que era “padastro”, fui consultar agora e aprendi. Acho que não me confudir mais.

    Responder

  29. Publicado por any em 28 Maio 2007 às 22:14

    Você paranóico?
    Eu é que não entrava numa dessas!
    Com certeza existem pessoas magníficas, como pararece ter sido o caso. O duro é que é impossível saber o que se passa na cabeça de pessoas, desconhecidas ou não.
    É claro que ao precaver-se contra o incerto se perdem muitas oportunidades interessantes, como a relatada, por exemplo. Eu com certeza não encararia a possibilidade de um game over sem direito a restart.
    Quanto ao relatado ter um significado, ou você ter de saber já o que significa, esqueça…
    Acho que isso é mais uma experiência em sua vida, como poderia ter sido um pneu furado com o estepe vazio. Quando chegar a hora de aplicar o conhecimento adquirido você o fará automaticamente ou refletirá posteriormente fazendo comparações.
    Tenho dificuldade de diferenciar o que as pessoas chamam de interferência divina de probabilidade estatística.
    Você não está começando como estoriador? ;)
    Seu post anterior foi “incomentável” para mim, mas acho que deve ter agradado devido ao número de posts. Se procura quantidade é um bom parâmetro de controle, só cuide para não fazer coisas que você não gosta ou não quer, só porque geram “ibope”.
    Você acredita que já entrou na minha lista de programação? Quando não tem nada na agenda, tv, net, venho aqui e esbravejo: pô o aurélio não publicou mais nada ainda…
    Que venha a próxima!
    PS: quanto a “pradrastro”, você é o homem do dicionário, vá lá agora mesmo e resolva isso para sempre ou tente este link:
    http://www.academia.org.br/abl/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?sid=23

    Responder

  30. Any, a vida é feita de escolhas. E claro, cada escolha tem seus riscos e suas conseqüências. Eu podia não estar mais aqui para escrever este comentário, mas ainda bem que tudo acabou bem. Paranóia não é bom, mas desleixo também não. Tem que tentar achar um meio termo para poder ter experiências diferentes, em segurança.
    Eu acreditava em coincidências e probabilidades estatísticas até perceber que elas eram MUITO freqüentes. Meu lado racional não conseguiu mais acreditar no simples acaso. E convenhamos, é muito mais legal ter um ser superior cuidando de você do que padecer na solidão das probabilidades ;)
    Ibope? Credo, de maneira nenhuma. Tenho aversão a blogs feitos para pára-quedistas. Aqui nem tem anúncios e cada vez mais eu gosto dessa idéia, assim eu nem fico tentado a sair da linha e os textos podem ser criados com liberdade. Agora o Miguxeitor sim, esse nasceu para ser uma peste :D
    Obrigado pela audiência e nos vemos nos comentários futuros! Abração.

    Responder

  31. Publicado por Sidney Soares em 28 Maio 2007 às 22:34

    Olá tudo Bom.

    Minha primeira vez aqui.

    Tava lendo com minha mãe aqui em casa, ” choque de realidade ” , ela falou muito bem de você. e eu simplismente amei o texto.

    Parabêns..

    Olha muito Sucesso.

    Passa no meu blog e dis pelo menos se leu meu comentário, é pq minha mãe quer sabe se você existe.

    Virou sua fâ.

    Abraços.

    http://sidneysoares.wordpress.com/

    Responder

  32. Publicado por Rodrigo "OreiA" Chacon em 29 Maio 2007 às 4:08

    Fala Aurelio, blz ?
    D+ esse post.. me fez ficar refletindo sobre o tipo de vida que quero..

    Ah! E legal ver que ainda existem pessoas boas, assim como você sou “meio” paranóico, e tenho certeza que se fosse comigo, teria negado a carona..

    Continue com os bons textos.. ;]
    abraço!!

    Responder

  33. Publicado por filipe em 29 Maio 2007 às 14:21

    finalmente achei seu blog. tinha perdido. nem te conheço mas te faço como exemplo. O.o . Mas é verdade. Meu sonho é moro numa cidadizinha, perto da praia, com um notebook vaio+geladeira+fogao. Só isso.

    Tem como voce me mndar um email respondendo?

    Parabens!

    Responder

  34. Aurélio, religiosidade à parte, você acabou de descrever detalhadamente meu estilo de vida ideal! Desde quando vim pra cidade que só consigo pensar uma coisa, como num disco riscado: não vale a pena. Gostaria muito de voltar pro campo e viver de subsistência, num pequeno sítio ou chácara mesmo. E um dia eu vou! Mas depois de pegar meu doutorado em letras, de viajar pro Japão um par de vezes, e outras coisitas más…

    Responder

  35. Leonardo, fico torcendo para que dê certo, mesmo.
    Depois coloca no teu blog o HOWTO!

    Responder

  36. Publicado por André Santana em 29 Maio 2007 às 15:58

  37. Como assíduo freqüentador do seu blog não poderia deixar passar. Como tua vida mudou meu camarada, heim?!
    Deixando os scripts de lado, espero sempre q vc alcance o que teu coração deseja, e que esse desejo seja o mesmo do Deus no qual disse passar a acreditar, mas se não for assim, tudo bem, não éra para ser.
    Um abração. Lembre-se que que Ele suprirá as suas necessidades, como faz com o Seu João.

    Responder

  38. Publicado por tiago em 29 Maio 2007 às 22:00

    Olá, cara é incrivel como essas coisas acontecem não é? Digo isso por que me identifiquei muito com essa sua experiencia (não não é boiolice não! que fique bem claro!). Eu no momento me encontro dividido entre esses dois mundos, o mundo de TI no qual construi minha carreira e o mundo simples do interior que você conheceu e no qual conheci minha noiva e, bem é muito complicado conciliar os dois, tanto que ultimamente tenho me perguntado se eu nao deveria escolher entre um desses e abdicar do outro, quer dizer, na verdade eu estava pensando até em terminar o noivado e ir para uma grande capital ou para o exterior tentar um emprego numa grande empresa e seu texto me fez ver o que eu iria perder com isso e tambem refletir sobre onde seria o meu lugar. Bem, sem querer me alongar demais, só queria dizer como é incrivel como Deus manipula as peças do tabuleiro da vida e como as coisas que Ele nos ensina as vezes não são só para nós mas para todos os que precisam dEle!
    Um abraço!

    Responder

  39. Tiago, mas você vai querer correr o mundo para encontrar o que deixou aqui, que estava tão pertinho? Se você gosta mesmo dela, tua noiva é mais importante que tua carreira. Se tiver que abdicar de algo, jogue o computador no lixo. Não troque humanos por máquinas.
    Mas tente conciliar ambos, trabalhando remotamente para uma empresa grande. Hoje isso já está difundido e se você focalizar e se esforçar, não tem como não dar certo! Depois me conte.
    Abraço!

    Responder

  40. Publicado por Camolez em 30 Maio 2007 às 21:59

    É linhas tortas que realmente sao dificeis de entender. Mensageiros (anjos) aparecem assim ! Vc ja nao se deparou com situações do tipo putz… me carro pifou aqui? neste lugar? e agora?!?! e ai aparece um individuo do alem lhe da maior mao na “roda” !!! sem te conhecer e sem lhe pedir nada em troca.
    Bom… p/ mim são anjos…
    Um abraço

    Responder

  41. Publicado por Camolez em 30 Maio 2007 às 22:42

    ahhh quase tinha me esquecido !!! como vc aprecia pimenta… vai uma receita da minha familia (italiana) de pimenta em conserva.
    Um vidro de +/- de 400ml
    Pimenta dedo de moça vermelha
    1 xicara de cafe de oleo (canola)
    2 xicaras de cafe de pinga é pinga mesmo “berita”, “agua ardente”, ” agua que passarinho não bebe” por ai vai …..
    Vinagre
    Sazon do vermelhor
    Corte as pimentas em pedaços de 2cm com sementes e coloque ate ametade do vidro coloque todos os ingredientes deixando o vinagre por ultimo pois ele apenas ira completar o vidro, 15 dias de espera e boa apetite
    Fui…

    Responder

  42. Publicado por Bruno em 31 Maio 2007 às 10:59

    O cara é gente fina, …
    entao vc chegou ja setou um chmod 777 nas pimentas, ai depois ja setou um chown verde.verde na mandioca do cara.. pow legal o texto…

    Responder

  43. Publicado por Gazstao em 31 Maio 2007 às 19:15

    eh meu velho…
    a vida é louca pra quem permite…
    a velocidade aumenta pra quem voa…

    que bom que vc voa!
    bom te ver aqueles instantes, irmão!! já te falei da tua energia?

    abraço!!

    Responder

  44. Publicado por Paco em 1 Junho 2007 às 16:10

    …chorei.

    Responder

  45. Camolez: Valeu pela receita, vou passar para o Gabriel (meu paDRasto).
    Bruno: chown na mandioca? Sai fora jacaré! :D
    Gastão: Belas palavras amigo, foi bom te ver também!
    Paco: Tomara que tenha sido de alegria :)

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  46. Publicado por Maíra em 1 Junho 2007 às 16:55

    Foi me dando pânico lendo sua história.. Já foi surgindo na minha mente “Aí ele foi espancado, amarrado e levaram o carro dele”.. definitivamente eu não superei aquele lado “cidade grande” que fica gritando “perigo, perigo, perigo”… mas dei uma melhorada.. agora ao olhar pessoas na rua não fico mais imaginando quem, de repente, vai me assaltar.

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  47. Publicado por emoviolece em 1 Junho 2007 às 17:16

    olah,
    muito legal o texto … ultimamente eu e minha esposa temos estado bastante ligados a este lado agricultor da vida, pretendendo um terreninho pra plantar alguns anos aa frente. mas o lado cidade ainda nao quer me deixar ir muito longe daqui, vamos ver daki uns anos.

    e ainda tenho pra esse ano como objetivo comecar a usar a bicicleta pra me movimentar dentro da cidade, engarrafamento nao dah mais.

    abracos,

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  48. Cara, um cena que sempre me faz sorrir quando vejo aqui é a hora que o zelador de um prédio vizinho (Jó é seu nome) está levando seu filho para escola: primeiro vem o pirralho alucinado com sua mini-caloicross pedalando a milhão, mochilinha chacoalhando nas costas. Logo atrás vem o pai, de bermuda e chinelo, pedalando tranqüilo em sua Barra Forte. Como diria aquela propaganda famosa: Não tem preço.

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  49. Publicado por Lorrene em 2 Junho 2007 às 19:49

    Leio vocês desde antes ter blog mas nunca comentei quando apareceu os comentários. Incrível esse choque. Mudei de Salvador para João Pessoa em busca de tranquilidade mas estou pensando em fazer como você, procurar uma cidadezinha com praia e curtir a vida.

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  50. Publicado por kau em 3 Junho 2007 às 12:57

    querido! vc me emociona!
    é incr´rivel como esse tempo em matinhos te transformou! não é por acaso que és meu guru! ;)

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  51. Publicado por Beckmann em 4 Junho 2007 às 2:12

    Maneiro a experiência.
    O pior é que quando falo que em se associar com mais alguns camaradas pra ter um sitio e criar codornas ninguém me leva a sério, hehe
    quem sabe um dia…

    abração

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  52. Publicado por LES em 6 Junho 2007 às 19:05

    “o que percebi foi o seguinte: com o tempo todos aqueles pensamentos e idéias transgressoras que criei e alimentei durante toda a juventude, aos poucos vão perdendo seu sentido, um a um.”
    .
    .
    Xi, o Verde tá amadurecendo…

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  53. [...] me lembrou um post sobre uma situação parecida, que meu amigo Aurélio viveu estes dias atrás. Pelo jeito a vida neste mundo maluco ainda tem [...]

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  54. Publicado por anamim em 13 Junho 2007 às 8:53

    Oi Aurélio, lembra de mim? Como vão os bumerangues ? Belo post … Tenho passado por tudo isso esse tal de amadurecer. Estou de volta ao Brasil, muita gente não entende como larguei a Austrália e voltei. Bom, eu entendo, minha esposa entende e estamos vivendo um reencontro muito feliz com as pessoas que amamos!
    Fico feliz que você tenha encontrado Deus! Faz muito mais sentido do que a maioria das pessoas imaginam.
    Dê uma lida nesse texto http://www.ccel.org/ccel/tolstoy/confession.html se você ainda não leu. Fala um pouco desses assuntos do seu post … A vida simples e Deus.
    A gente precisa conversar mais, te admiro muito. Acho o máximo nerds que descobrem que o computador é uma máquina e nenhuma máquina é mais interessante do que o ser humano!

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  55. Claro que lembro amigo, que dúvida!

    Depois daquele bumerangue legítimo australiano que você me mandou de presente, me interessei pelo esporte e hoje tenho uns 10 aqui, brinco com eles sempre, na areia da praia.

    Fico feliz em saber que está tudo bem contigo nessa nova vida de volta ao Brasil! Mas falamos por e-mail que senão o papo vai longe.

    Grande abraço!

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  56. Publicado por Carlos em 13 Junho 2007 às 20:47

    Muito dez o seu blog , se puderem visitar o meu também sobre regressão ,ficarei muito grato!! http://www.espacoauryn.com .
    Um grane abraço

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  57. Li o texto e todos os comentários.

    Parei para pensar por uns minutos. Viajei.

    Voltei para o mundo louco.

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  58. Publicado por linuxdoc em 20 Junho 2007 às 16:36

    Realmente impressionante. É o objetivo que eu e a Patricia estamos buscando. Uma chacara com rio, e construir uma estrutura suficiente para poder abandonar a cidade grande, e viver do próprio plantio… Quem sabe um dia né?

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  59. Cara,

    Ainda não nos conhecemos pessoalmente, mas eu acabei de me tornar seu fã!

    Li seu post “Choque de Realidade” e achei simplesmente perfeito! Sobretudo quando no penúltimo parágrafo você “lembrou” de postar o fato aqui!

    Cara, se eu te contar como cheguei ao seu Blog e a este post, bem, talvez faça algum sentido pra você ter encontrado com o “Seu João”.

    Resumidamente: estava procurando um livro sobre “Expressões Regulares” no Submarino e me deparei com o seu novo lançamento. Nunca tinha ouvido falar de você antes disso. Comprei seu livro e, ansioso que estava pelo assunto, acabei sobrevoando o Google para encontrar mais sobre o assunto. Aterrizei no seu site (aurelio.net). Li o primeiro capitulo do livro e confirmei ter feito uma excelente aquisição! Dali, chegar aqui foi (literalmente) um cliquezinho.

    Bem, não acredito em coincidências. Pra mim “sorte” é um milagre sobre o qual Deus não quis fazer barulho. Sendo assim, ao ler o post hoje, pude mesmo compreender o que Deus estava querendo me dizer sobre um assunto pessoal havia algum tempo. Não fosse sua atitude e coragem, eu ainda estaria sem respostas da parte Dele… Creia: Ele te conduziu naquele dia.

    Eu gosto de escrever e como você também lido com tecnologia (sou Analista-Desenvolvedor de sistemas e microempresário). Tenho um blog (dbjoe.blogspot.com) bem mais modesto que o seu (sem dúvida). Sobre o qual, a propósito, se você pudesse passar por lá um dia desses, eu ficaria muito honrado. Mesmo!

    De qualquer forma, meu objetivo aqui é outro e somente te agradecer. Agradecer por por ter seguido seu coração naquele dia. Te agradecer por ter se deixado conduzir por pouco mais de uma hora, por este Deus que nunca esquece de nós.

    Pretendo continuar lendo seus posts a partir de agora. Parabéns pelo sucesso e que ele continue!

    Um forte abraço!

    Seu novo fã.

    Joe

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  60. Publicado por Felipe em 27 Junho 2007 às 13:29

    ahhh… uma chácara na praia! :)

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