E-book ou livro impresso, como publicar sua obra?
15 Maio 2006 at 14:08 | In Livro |Esse post começou há quatro horas atrás com o inocente título “Vendida a apostila número 200″ e descambou para uma crise existencial editorial sem conclusão aparente :)
Sou escritor, autor de duas obras na área de informática: um livro sobre Expressões Regulares e uma apostila sobre Shell Script. O livro foi publicado por uma editora e está à venda nas livrarias enquanto a apostila é um arquivo digital (e-book) que eu vendo por e-mail.
O tradicional e o moderno. O corporativo e o artesanal. Duas experiências completamente diferentes.
Como estou me preparando para a escrita de um livro novo sobre Shell Script, fiquei na dúvida se lanço como livro ou e-book. Então resolvi fazer uma análise comparativa das experiências que tive até aqui e gostaria de compartilhá-la.
O processo criativo é exatamente o mesmo em ambas abordagens: ter a idéia, sentar e escrever o texto no computador. É você e o editor de textos em uma parceria que pode durar semanas, meses, quem sabe anos. Não é nada sexy passar os dias enclausurado na frente do monitor, mas é o jeito… Não é difícil fazer um livro. Se você tem uma idéia e gosta de escrever, comece já!
A diagramação também não muda. Seja para o livro impresso ou para o e-book, você terá que dividir os assuntos em tópicos, alinhar tabelas e figuras, definir margens, quebras de página e tipos de letra. Dependendo da editora, o autor pode escrever o texto sem se preocupar com o formato e deixar a diagramação com eles. Para romances e livros sem necessidade de estruturação, funciona. Mas para livros técnicos cheios de tabelas, listagens, códigos e figuras, é importante já conferir o resultado formatado enquanto se escreve. Uso o txt2tags para escrever e formatar o texto com um mínimo de esforço, conferindo o resultado no navegador. Se por um lado a editora pode ter regras rígidas de diagramação, em um e-book você é livre para apresentar o conteúdo a seu gosto.
A publicação é o primeiro ponto de grandes diferenças. Se for pela editora, seu trabalho com a obra já acabou. Basta enviar o conteúdo e deixar que eles revisem, finalizem, imprimam milhares de cópias e distribuam pelas livrarias do país. Já no e-book você mesmo faz a revisão final e salva o arquivo no formato PDF. Está pronto para a venda.
O marketing é por sua conta e bolso se lançar um e-book. Dependendo de sua rede de contatos e da popularidade de seu blog, com custo zero é possível atingir um grande público. Mas será aquela propaganda de boca a boca, por indicação, que pode demorar para surtir resultados. A editora tem recursos para campanhas mais agressivas em sites, folders, revistas, televisão, tarde de autógrafos, coquetéis de lançamento e uma infinidade de outras técnicas de retorno imediato.
A visibilidade de um e-book está restrita ao alcance do autor e seus recursos. Um site, uma newsletter, comentários e resenhas de leitores, resultados no Google. Já pela editora, além de todos estes recursos, seu livro estará espalhado pelo Brasil, presente na maioria das livrarias, inclusive aquela pertinho de sua casa. Chegar naquela megastore do shopping e perguntar a opinião do vendedor sobre o seu próprio livro ou ver a alegria de sua mãe ao ler o nome do filho na capa de um livro são prazeres que o e-book não pode proporcionar.
A credibilidade de um livro impresso é indiscutível. Uma editora apostou em você, sua obra está nas livrarias, seu nome está nas ruas. Ter um livro em seu currículo é algo que ainda impressiona muito os empregadores. Um e-book soa amador, mambembe. É como se o autor não tivesse conseguido publicar a obra via editora então resolveu lançar como e-book. Tem muita diferença dizer “tenho um livro na livraria” e “tenho um PDF na Internet”.
Os rendimentos variam muito. Nesse ponto o e-book ganha disparado em valor, mas perde em quantidade. Pela editora, o autor recebe 8% do valor de tabela do livro. Você leu direito: oito. No meu caso que o livro custa 20 reais, recebo R$ 1,60 por cada exemplar vendido. Diz a lenda que se o escritor for famoso, pode receber 10%. Acima disso somente Paulo Coelho e nomes tão-pop-quanto. A porcentagem é baixa, mas justificada. Meu editor é um profissional transparente que fez questão de me mostrar todas as notas fiscais e explicar para onde vai cada pedaço do bolo. Como os custos de produção e publicação de um livro são altos, quem fica com o maior pedaço são as livrarias. Mesmo com uma porcentagem tão baixa para o autor, devido ao alcance nacional das livrarias, o livro vende bem, então ganha-se na quantidade. Com o e-book seu lucro é de praticamente 100%, pois os custos de divulgação e envio são mínimos. Assim, um e-book vale por vários livros (12,5 em meu caso).
O dinheiro na conta vem em lotes para um livro publicado. Eu recebo a cada três meses, juntamente com um relatório das vendas naquele período. Basta esperar, não preciso fazer nada. Com o e-book é mais complicado, cada venda é um processo que pode levar dias. Começa com uma troca de e-mails para passar o número da conta no banco, espera o interessado fazer o pagamento, confere se caiu na conta então envia o e-book para seu e-mail. Como ainda uso acesso discado à Internet, esse envio é particularmente demorado. Muitos desistem no meio do caminho (35%), não fazendo o pagamento. Os motivos são vários, principalmente pelo processo demorado, o interessado acaba mudando de idéia. Comprar um livro na livraria é imediato, mais passional. Mas uma vantagem do e-book é a flexibilidade no pagamento. Em meu caso, aceito depósito, transferência, DOC, vale postal, PayPal e o mais peculiar de todos: o escambo. Além de poder presentear os amigos sem custo extra.
O contato com o leitor é bem superficial no caso do livro impresso. Eu sei apenas que no mês foram vendidas N cópias, sem a menor idéia de quem comprou. Alguns entram em contato via e-mail e outros assinam o livro de visitas, mas a grande maioria permanece no anonimato. Criei uma galeria de fotos dos leitores para incentivar o leitor a “mostrar a cara”, aparecer. Ajudou um pouco. No e-book a venda é iniciada trocando-se e-mails, então tenho os dados básicos (nome, e-mail, cidade) de todos os compradores. De posse desses dados posso traçar perfis de consumo. O perfil padrão dos compradores de meu e-book é: homem (97%), paulista (34%) e paga com DOC (39%). Interessante não? Também posso enviar formulários de opinião e avisar sobre possíveis descontos, errata ou obras futuras.
Para o leitor os prós e contras de cada formato são claros. O livro impresso é prático, rápido de folhear, pode ser lido em qualquer lugar, ótimo para ficar por perto, ao alcance da mão. Mas não tem busca, sua produção consome recursos naturais (energia, papel, tinta) e se for grande, pesa. Já o e-book requer um computador ou equipamento que leia arquivos no formato PDF, cansa a vista e consume energia. Mas conta com as vantagens de poder fazer buscas no texto, copiar e colar trechos e ser lido por cegos (com sintetizador de voz).
Os números das minhas obras, com contabilidade relativa a Fevereiro de 2006:
| Livro (impresso) |
Apostila (e-book) |
|
|---|---|---|
| Data de lançamento | Jul-2001 | Fev-2004 |
| Tempo de mercado | 55 meses | 24 meses |
| Páginas | 96 | 114 |
| Preço | R$ 20,00 | R$ 20,00 |
| Porcentagem do autor | 8% | 100% |
| Unidades vendidas | 2.352 | 201 |
| Rendimentos | R$ 3.763,50 | R$ 3.551,00 |
| Ritmo atual de vendas | 40 unid./mês | 5 unid./mês |
| Rendimento atual mensal | R$ 64,00 | R$ 100,00 |
A conclusão é que ainda não tenho conclusão :) Se por um lado o e-book artesanal rende mais vendendo menos, por outro lado o livro impresso traz benefícios não contábeis além de manutenção zero.
Gostaria de ouvir (ler, no caso) a sua opinião. Se você também é autor, conte sua experiência. Se você é leitor, qual a sua preferência na hora de comprar o livro? Deixe seu comentário.
103 Comentários »
Alimentação RSS de comentários a este artigo. URI do TrackBack







Bom, eu prefiro comprar o seu livro. Tenho ambos, tanto o Apostila de Shell, impressa ( porque parece que perdi o pdf, teria jeito de você mandar de novo para mim hehehehe ), e o seu de expressões regulares.
No fim, ainda gosto do formato antigo, para ler :-)
Comentário de Ataliba — 15 Maio 2006 #
Quando eu uso meu rico dinheirinho pra comprar alguma coisa, eu prefiro comprar livros impressos. É melhor pra ler do que a tela do computador ou enormes folhas A4
Comentário de Lucas — 15 Maio 2006 #
Apesar de não ter comprado nenhum dos dois, aprendi ER em uma palestra sua. hehehe… Mas para não dizer que foi de todo inútil meu comentário, deixo dito que minha preferência é por livros em papel, aliás, é um vício que tenho.
Comentário de Leonardo Saraiva — 15 Maio 2006 #
Well, antes de mais nada quero dizer, Aurélio eu sou seu FÃ!!!!
Leio blog, acesso seu site com frequencia (tira dúvidas), enfim…
Sobre o escopo, livros impressos são melhores para ler na minha opnião,
se voce gosta de ler em WC por exemplo, a menos que vc tenha um notebook e um tomada por perto…, dai rola!! :)
[]’s
Tia
Comentário de Tia — 15 Maio 2006 #
Esqueci, tenho o livro de ERs!!!
[]’s
Tia
Comentário de Tia — 15 Maio 2006 #
Pô, ler no banheiro é um clássico. Aprendi muitas nerdices no banheiro da Conectiva :)
Comentário de Aurélio Jargas — 15 Maio 2006 #
Eu prefiro livro impresso….
Comentário de Fernanda Alves Chaves — 15 Maio 2006 #
Sem dúvida livro impresso… o livro impresso poderia vir com um link e senha para download do PDF… ;-D
o problema é contar com a boa vontade das pessoas para não piratearem os PDFs :-(
abraço, parabéns pelo trabalho cara.
Comentário de Tiago Durante — 16 Maio 2006 #
Eu trabalho com programação web ( php, sql, smarty….) onde faço constantes buscas em materiais de referência, tanto impresso quanto digital. Certamente o recurso de busca torna o PDF prático, rápido e preciso nas consultas. Porem, a cinergia entre leitor/livro é insubstituivel. Podemos ler um livro em qualquer lugar, de forma linear ou aleatoria, abrindo qualquer página e se deparando com novas funções e comandos. Livro é muito mais legal!
Comentário de Douglas Ganança — 17 Maio 2006 #
Aurélio, te parabenizo por tuas atitudes e pelo teu jeito, preferencialmente prefiro livros impressos, como dissestes são mais fáceis de folhear e menores.
Comentário de Marcelo Costa — 17 Maio 2006 #
Aurélio, sou teu fã também cara! Aprendi ERs contigo e fiquei lisonjeado com o recente trackback. Demais.
Nunca via tua obra sobre Shell, mas tenho teu livrinho de ERs. Vou ser sincero, nunca o uso. Sempre que preciso dele estou na frente do micro, e como vc o disponibilizou na web, acesso o conteúdo on-line sempre.
dilema:
Contudo, a primeira leitura foi no livro. Todas as outras no PC. Minha conclusão é: para descobrir a obra é excelente ler o livro e para lembrar/achar algumas coisas, é excelente ter recursos que somente um PC pode fornecer.
O retorno do e-book é sem dúvida muito maior que o livro concreto, contudo, fico imaginando o lance da pirataria do conteúdo digital. Eu mesmo quero compor um livro, mas tenho dúvidas se faço um e-book pago ou se opto por uma publicação impressa.
goto dilema.
Comentário de Fellipe Cicconi — 17 Maio 2006 #
Grande Aurélio.
Tenho o seu livro de ER e ele é uma grande mão na roda.
Sobre o formato, eu prefiro os dois!
Sempre que estou com um livro em mãos sinto falta da ” / ” para achar determinado texto.Porem, no caso de um guia de consulta rapido, como o livro de ER é mais válido impresso por poder levar para qualquer lugar e é facil e rápido de procurar, mas livros maiores prefiro PDF, tanto que sempre que compro um livro procuro o PDF.
Comentário de Marcelo — 18 Maio 2006 #
Oi Aurélio,
sou um feliz proprietário de uma apostila de Shell script de sua autoria, e, o melhor, impressa. É, antes de você começar a vendê-la como e-book. E sobre o formato, também prefiro os dois, cada um tem seu lugar. Se pudesse , só usaria material impresso, mas em alguns casos, o arquivo digital é muito mais prático.
Ah, pra terminar, uma vantagem, no caso da apostila impressa, é o fato de ter vindo com uma dedicatória do autor, elevando o status da mesma para objeto de estimação ;-)).
[]’s
Comentário de Gustavo Felicio Rebuzzi — 18 Maio 2006 #
Beleza Aurélio,
Bem, eu particularmente também prefiro livro. Não gosto de leituras extensas no computador, porém é claro que a versão digital facilita em buscas rápidas quando estamos trabalhando no micro. Adiquir tanto o Guia de referências ER, quanto sua apostila de Shell (impressa e com dedicatória ;). Apesar de ter o guia de ER sempre do lado do micro, sempre me pego entrando no seu site para fazer uma pesquisa rápida :).
[]’s e sucesso na sua próxima publicação!
Comentário de José Morelli Neto — 18 Maio 2006 #
Opa, sem dúvida alguma o livro impresso é muito mais prático para leitura, então se levarmos em conta o custo-benefício ao leitor, comprar um e-book não é um bom negócio, ainda mais se seu preço for o mesmo(ou quase) da versão impressa.
Comentário de stummjr — 18 Maio 2006 #
OS DOIS!
Como muitos, prefiro um bom livro com cheiro e tato, marcadores de páginas feitos com papel de guardanapo ou pão, coisas rabiscadas com lapiseira… Livro se leva na mochila e pronto! Lê-se na parada de ônibus, no banheiro da “firma” ou na casa do parente chato!
Agora, um formato digital eu carrego no meu memorykey e tenho aquela opção “procurar” dos programinhas leitores pra achar o que eu quero!
Logo, penso que a possibilidade da http://www.pragmaticprogrammer.com/ de vender um “kit” com os dois formatos é interessante.
Isso .ponto!
Comentário de Donelli (San Ho) — 18 Maio 2006 #
No computador eu gosto de leituras rápidas, com certeza se o texto tiver mais de 25 páginas eu prefiro o livro impresso. Vai ser muito difícil o ebook se popularizar, pois os autores mais consagrados e o público em geral ainda gostam de poder apalpar o texto (por mais estranho que isso seja). Mesmo a ferramenta mais comum hoje na produção do livro seja um computador, fica esse paralelo meio estranho.
E eu particularmente adoro o cheirinho de livro novo.
Comentário de Pedro Victor — 18 Maio 2006 #
Saudações, antes de mais nada, gostaria de parabenizar pela iniciativa de relatar sua experiência com livros impressos e digitais…
Eu tenho diversos projetos inacabados como escritor (Ok! Sou um escritor um tanto quanto medíocre, eu assumo!) e muita curiosidade de saber mais sobre o assunto, geralmente publico minha idéias através de posts no fórum do http://www.supermusculos.com , mas confesso que sempre pensei em reunir tudo e lançar um livro.
O que tu achas da questão da pirataria no tocante as obras digitais?
Corro o risco de ter meu trabalho “usurpado” ao enviá-lo para diversas editoras?
Grato pela atenção,
Pablo Feitosa
Comentário de Pablo Feitosa — 19 Maio 2006 #
Oi Pablo,
A pirataria acho que é o grande problema com o e-book, que faz ele não deslanchar de vez. Não conheço uma solução efetiva. Todas as tentativas de proteger o e-book têm seus ponto fracos.
No meu eu coloco o nome completo do proprietário no rodapé de todas as páginas e na última página tem uma mensagem de Copyright. Claro que um editor de PDF remove isso num piscar de olhos, mas é melhor do que nada.
Quanto ao medo das editoras roubarem seu livro, pode acontecer. Mas acho difícil. Nunca mande o livro todo antes de fechar o contrato, mande amostras. Mas MANDE! :)
Comentário de Aurélio Jargas — 19 Maio 2006 #
Olá Aurélio!
Também sou mais um que adquiriu sua apostila de Shell Script impressa, assim como o Gustavo Felicio Rebuzzi, e eu tinha até o envelope que você a enviou guardado até um tempo atrás, mas na última limpeza das minhas coisas de Informática, decidi escanear o envelope (frente e verso) e jogá-lo no lixo. Mas você pode vê-lo em:
http://br.geocities.com//martelomail/imagens/jpg/
Bom, sobre o assunto que você pediu opinião, acho o seguinte:
1) Acho que primeiro você tem que pensar no que você quer. Tipo:
Se o seu intuito é ter um retorno financeiro maior, acho que o e-book leva a escolha. No entanto, se essa não for a sua preocupação, acho que a preferência recai sobre o livro (pois pelos comentários do pessoal, até agora, acho que mesmo sem as facilidades de busca, etc e tal, o livro é a preferência).
O mais estranho disso tudo é que mesmo com os recursos oferecidos por uma Editora, como os que você citou, você não dispõe de informações para traçar o perfil de seus leitores e a partir disso tomar decisões que com certeza influenciariam em um marketing da obra.
Em resumo é o tal negócio: não há como fazer omelete sem quebrar os ovos, pois a praticidade oferecida pela Editora não lhe permite obter “o controle” que você gostaria de ter sobre o “seu filho” e se você optar pelo e-book, você terá todo esse trabalho que você mencionou.
Sugestão:
Eu ficaria com o e-book, pelo retorno financeiro e daria um jeito de automatizar o processo de envio a quem comprar. Por exemplo: o Júlio Battisti (http://www.juliobattisti.com.br) vende apostilas também, mas ao invés dele enviar o arquivo para a pessoa, após confirmar o pagamento, ele fornece um link com uma senha para a pessoa realizar o download em X horas.
Eu não sei se isso lhe ajuda, mas acho que você tem interesse nas duas coisas: retorno financeiro e satisfazer seus “clientes”!
PS: Assim como outros, eu também tenho muita coisa guardada aqui que poderia virar apostila, livro ou material de consulta, mas até hoje (mesmo após conseguir comprar um notebook) ainda não tive “disposição” para tornar isso realidade. Peço até desculpas, pois no meu comentário do site da sua apostila de Shell Script eu cito isso e até hoje não consegui colocar em prática. Resultado: frustração a 100%!
Um grande abraço!
Comentário de Jonathan Martelo — 20 Maio 2006 #
Oi Jonathan,
Caramba, você escaneou mesmo o envelope! :)
Legal o esquema de senha temporária, mas como estou vivendo na lei do menor esforço, escrever sisteminhas é um último recurso… Quanto aos teus textos, publique! Não é difícil lançar um livro, basta caprichar no conteúdo e conversar com uma editora. Faz depois me conta.
Comentário de Aurélio Jargas — 20 Maio 2006 #
Eu comprei o e-book pela facilidade da compra. Se eu tivesse que ir na livraria não o teria comprado. Pela web, rolou aquela passionalidade, foi mais rápido pra mim (contrariando o seu texto) pois no momento que tomei conhecimento, cliquei no link e iniciei o processo de compra!.
Em resumo: Pessoas mais familiarizadas com o computador acharão mais prático o e-book. Se o livro for para uso coletivo (3 ou 4 pessoas) preferirão a versão impressa.
Moral da história: Mantenha as duas versões de cada obra. Assim atinge aos dois públicos!
Comentário de Sérgio F. Lima — 21 Maio 2006 #
Ler coisas no monitor é uma ruim mesmo. em 2004 cheio de e-books e sem ler nenhum pela falta de praticidade, resolvi comprar um palm. Resolve muito bem. Tem mais ou menos o mesmo volume de um livro versao “pocket” , ou seja fisicamente se parece com um livro “de verdade”. É pratico para ler (da pra ler deitadinho na cama, no parque etc), e nem de longe cansa. Foi um dinheiro muito bem investido.
Comentário de Sheldon — 21 Maio 2006 #
Ola Aurélio,
Sou jornalista e apesar de ser homem, não moro em São Paulo e nem pago nada com DOC… , um dia fui procurar o dicionário Aurélio no Google e acabei aqui… continuo a visitar o site porque gosto do texto e planejo ir até o Chile de moto…
Não entendo nada de programação, e nem quero entender, mas acho que vc deveria procurar uma gráfica e imprimir o livro de forma independente, o Lobão dos nerds leitores, e oferecer o livro nas duas versões, o lucro diminuiria… mas agradaria a todos… pq acho q o 99,97% do programadores devem ter acesso a net, e se digitarem Shell no Google certamente acharão um local para abastecer o carro e, se forem atentos, como comprar o teu livro.
Falou verde
Comentário de Ricardo petry — 22 Maio 2006 #
O primeiro livro seu que eu li foi o ER eletronico, fiz um pdf e imprimi. Depois comprei a apostila de shell, fiquei de usar ela em um curso de shell (com o preço que haviamos combinado, pra te repassar) porém o curso não saiu.
Agora, sempre que posso compro o ER da novatec e dou de presente, assim te ajudo, ajudo o presenteado e ajudo a comunidade mostrando para editora que vale apena invetir em conteudo livre.
Como se pode ver não tenho nenhuma preferencia por nenhuma das modalidades, porém, cada uma dela me permite diferentes tipos de interração
Comentário de Leonardo S. R. — 22 Maio 2006 #
Oi Leonardo,
Gostei da sua tática dos presentes :)
Comentário de Aurélio Jargas — 22 Maio 2006 #
oi primo!! nao achei nenhum espaço para comentar da minha felicidade pelo email de feliz aniversario…obrigada..e sei que foi atrasado devido a vida de matinhense nao muito cronologica…
bons numeros de venda do seu livro…parabens! mas e quem as vezs prefere imprimir o e-book? ahaha gastando milhares de folha e tinta..isso sim é diferente..e nunca acha um grampeador de acordo..
um beijo da sua prima…sucesso aí nas tuas inovaçoes..
Comentário de Larissa — 23 Maio 2006 #
Pq não lançar os dois? assim agrada a todo mundo….;-)
Comentário de Roberto Nunes — 23 Maio 2006 #
Aurélio, antes de qualquer coisa, admiro muito o seu trabalho.
Esse artigo sobre os dois tipos de livros está ótimo. Além de muito claro, tirou muitas dúvidas minha em relação a livros impressos.
Eu prefiro o livro impresso pela facilidade de leva-lo a qualquer lugar e poder le-lo em praticamente qualquer ambiente, porém gosto da possibilidade de ter uma versão digital que eu possa consultar enquanto estiver usando o micro.
Quando eu estava olhando a tabela com os números, vi que o número de vendas dos livros é completamente diferente, embora os preços sejam iguais. Sem desfazer da qualidade dos seus livros, tanto o impresso quanto o digital, eu pergunto: Não seria interessante que o e-book fosse mais barato que o livro impresso? Ambos têm suas vantagens e desvantagens e acho que essa é uma das vantagem dos e-books.
Comentário de Fábio — 24 Maio 2006 #
Oi Fábio,
Tem um detalhe que me escapou no artigo, mas que é bem relevante nessa questão de preço que você levantou: a diferença da quantidade de conteúdo.
O livro é barato, custa 20 reais porque é um livro de bolso, pequeno. Apesar de ter 96 páginas, elas estão em um formato estreito. Se este livro fosse no tamanho A4, seriam menos de 50 páginas.
Já o e-book tem um conteúdo extenso, são mais de 100 páginas no tamanho A4. Se esse e-book fosse publicado como um livro normal, o resultado seria um livrão grosso que custaria mais de 50 reais.
Então o PDF já tem um preço bem mais em conta. Clarificou? Abraço.
Comentário de Aurélio Jargas — 24 Maio 2006 #
Não consigo ler nada na tela do computador, dói a vista, é ruim demais!
Gosto de lamber o dedo e virar para a página seguinte… agora, não sei se o que gosto realmente é do gosto do meu dedo…. sei lá! rs.
O que quero dizer na verdade é que gosto do seu estilo, seu jeito de escrever é de fácil assimilação e acho que isso é o que realmente importa: A obra, e não o seu formato de publicação.
Desejo a você muito sucesso em seus empreendimentos!
Um abraço!
Comentário de Raus — 25 Maio 2006 #
Por mim tanto faz livro ou apostila em A4, mas tem que ser impresso mesmo. Tenho mais de 100 livros no computador e acho que não cheguei a ler nem 2 inteiros. Teve até um que eu comecei a ler na tela, não agüentei e fui buscar o original na livraria. Com o tempo, fiquei realista: não tem A MENOR CHANCE de eu algum dia chegar a ler mais de 3 ou 4 livros no computador. A não ser, talvez, com aqueles leitores eletrônicos que ainda nem são comercializados, e provavelmente vão custar caro.
Eu acho que o Aurélio deveria automatizar um pouco o processo de vendas. Nem precisa ser tão sofisticado. Acho que um bom formulário bem bolado resolve. Para o freguês preencher, apertar o botão e esperar a mercadoria.
Pelos comentários que vi até agora, todo mundo prefere versão impressa. Se o Aurélio atender o clamor do povo, vai ter que contabilizar esse custo: papel, impressão, envelope, correio e TEMPO. Tempo não tem preço.
Comentário de LES — 26 Maio 2006 #
Só uma sugestão para o blog.
De um destaque para as suas respostas. Por exemplo mudar a cor do posts feitos por você pra verde.
Comentário de Leonardo S. R. — 26 Maio 2006 #
Leonardo,
Procurei nas configurações aqui e não tem como deixar diferente somente os meus comentários. Posso colocar em negrito e itálico, mas isso qualquer um também pode colocar, então pode gerar confusão.
Olhando por outro lado, deixar a aparência igual a de todos considero um benefício, pois então tudo fica como uma grande conversa entre amigos, sem nenhum “orador” ou chefe :)
Comentário de Aurélio Jargas — 26 Maio 2006 #
Com certeza!!! Realmente não sabia desse “detalhe”.
Comentário de Fábio — 26 Maio 2006 #
Aurélio, o comentário do LES (”Eu acho que o Aurélio deveria automatizar um pouco o processo de vendas. Nem precisa ser tão sofisticado. Acho que um bom formulário bem bolado resolve. Para o freguês preencher, apertar o botão e esperar a mercadoria.”) é bem interessante. O que você de “bancar” todo o processo que atualmente fica por conta da editora e passar a ser distribuidor do seu próprio livro? Algo parecido com o que você faz atualmente com o e-book, só que em vez de enviar por e-mail, manda por correio. Nesse caso você não precisaria da livraria e como você explica no artigo, é ela quem fica com a maior parte do lucro.
Acredito que no seu caso, as pessoas não vão à livraria, vêem seu livro e compram. Pelo contrário, já vão sabendo que querem compra-lo. É assim que Sõnia Rinaldi (pesquidora de fenômeno dos contatos com outros Planos Dimensionais)vende os livros dela no site http://www.gravandovozes.kit.net/. Numa entrevista, ela comentou que o livro é vendido diretamente por ela pra ter um um lucro maior, já que ela necessitava de um maior, já ele seria todo investido em pesquisa.
Bom, Aurélio, é isso ai. Vou parar por aqui, senão não vou mais parar de escrever.
Abraços
Comentário de Fábio — 26 Maio 2006 #
Fábio,
Valeu pela dica mas já passei pela experiência de vender e enviar pelo correio (apostila encadernada, camisetas, fitas demo da banda) e posso garantir com toda a segurança que isso é um SACO.
Não parece, mas consome bastante tempo (envelopar, preencher o envelope, colar, passar durex pra garantir, ir no correio, filas, pagar, acompanhar o envio, possibilidade de extravio…). E como bem disse o amigo LES (que é o Luciano brincando de adivinhação :), tempo não tem preço.
Comentário de Aurélio Jargas — 26 Maio 2006 #
Sou uma tarada por leitura, pra mim não faz muita diferença se o livro é impresso ou virtual. E-book eu posso imprimir da minha maneira com a fonte num tamanho que me permita ler sem forçar a vista (desastradamente míope…rs). Não faço questão de capas e contracapas, quero o conteúdo!
A desvantagem do livro virtual é a pirataria. O que não quer dizer que um livro impresso não possa ser pirateado. Já vi vários livros em pdf que foram escaneados página por página para ser distribuído via internet. No fim, tudo se resume à ocasião e ao imulso do comprador.
Beijinhos carinhosos
Comentário de elida — 26 Maio 2006 #
Aurélio,
Entendo suas razões. Pra finalizar gostaria de parabeniza-lo pelos seus trabalhos e agradecer por ter respondido os meus posts.
Abraços
Comentário de Fábio — 26 Maio 2006 #
oi como vai cara?eu prefiro livro impresso, mas não queria falar
disso por quer queria saber como você conseguiu achar uma editora
para lançar seu livro?eu to com uma história na cabeça e to querendo
transforma-la em um livro mas tenho 13 anos, mas so um pouco desinformado sobre isso de editora então queria sua ajuda sobre isso
você acha que pode me ajudar?
Comentário de Arthur — 10 Junho 2006 #
Gostaria de lembrar que a chegada dos e-papers (eletronic papers) pode mudar bastante o panorama. Não conheço um ainda mas talvez venha com tecnologia embutida para evitar a pirataria.
http://en.wikipedia.org/wiki/Electronic_paper
Gostei muito do seu artigo e até recomendei a um amigo que está querendo escrever. Eu mesmo penso bastante nisso.
Comentário de chicoary — 15 Junho 2006 #
Ei verde! pensei que você tinha desistido das nerdisses, que bom que não, hehe, fiquei sem acessar seu site um tempo quando acessei de novo tava com Design novo ( tinha até um limãozinho, hehe ) welcome back! ( eu também estou me interessando por esse negocio de CSS/Web Standards e etc e achei bem legal suas dicas sobre isso ( Não avalie meu site, hehe, ele está pessimo, mas ainda vou conseguir pensar/fazer um design legal ).
Quanto ao livro, realmente é um dilema, um amigo meu o TaQ ( beam.to/taq ) usou uma estrategia boa, fez um guia pra Ruby, gratuito, em pdf e tal, e foi fazendo o livro em paralelo, ele deve ter acertado alguma coisa na editora, porque o livro foi lancado e o pdf continua lá! mas não é vendido, bom espero que tenha ajudado
PS: isso na verdade poderia ser um email, mais como sei que você recebe um monte de email, iria demorar a resposta ;)
Comentário de Lorn — 16 Junho 2006 #
Aurélio, essa sua dúvida (livro impresso ou e-book) é uma dúvida que não quer calar. Já procurei pesquisas na área da ciência da informação sobre esse assunto e não consegui encontrar nenhuma pesquisa estatística, ou seja, confiável, que pudesse chegar a uma conclusão. Acredito que a preferência por um dos meios (elêtrônico ou impresso) depende muito da área ou assunto da publicação, do tamanho da publicação, da finalidade e do tipo de público. Porém, no geral, os leitores ainda preferem as publicações impressas. Inclusive, nos Estados Unidos, o maior consumidor de publicações eletrônicas, apenas 8% dos livros são vendidos em forma eletrônica. Porém, por outro lado a disponibilização eletrônica de uma publicação contribui para uma vizibilidade da mesma (global). Acredito que para que o autor esse ponto também seja de vital importância. Por que não negociar com a editora e disponibilizar a publicação tanto meio impresso, quanto meio digital? E claro cobrar mais barato pelo livro digital. Será iria funcionar?
Comentário de Juliana Fortaleza — 23 Julho 2006 #
Eletrônico para conteúdo técnico, papel para outros assuntos. Abraços!
Comentário de Vinicius — 23 Agosto 2006 #
tenho um scanner, posso passar as páginas do livro que quero preservar, ha algum software que ajude a juntar as paginas e a folhea-las? como fazer isso: passar um livro para o pc e depois para o cd ou dvd?
Comentário de haldson siqueira campos — 25 Setembro 2006 #
bem eu escrevi um livro ele é romanse policial e quero achar uma editora para puplica-lo me diseram que antes que que levevo a olimpiadas de letras é verdade?posso levevo direto pera a editora?
Comentário de Elias — 5 Outubro 2006 #
Quero lançar meu livro, é sobre um romanse real!
Comentário de Manoel Thiago — 14 Outubro 2006 #
Arthur, Elias e Manoel,
Para publicar seu livro, basta convencer alguma editora a fazê-lo :)
Ganhar uma Olimpíada literária ou ser um cara “de nome” ajudam a convencer a editora, mas não é obrigatório. A decisão é deles. Você mostra seu trabalho e eles avaliarão se será rentável. É como levar um currículo em uma empresa. Deixe tudo bonitinho, vá com o discurso na ponta da língua, tenha claro quem será seu público-alvo e convença-os que o livro vai vender muito.
E se ninguém quiser publicá-lo, vá numa gráfica e faça você mesmo! O importante é não desistir.
Comentário de Aurélio Jargas — 18 Outubro 2006 #
Olá Aurélio,
Li seu texto sobre publicar um e-book ou um livro impresso. Sou Jornalista e tenho um livro que está na gaveta, além do blog com algumas crônicas. Como já tenho o livro a idéia seria tentar publicá-lo primeiro. No entanto ele é direcionado para o público feminino adolescente, o que acho que talvez não gere muito interesse, como o seu gerou já que é sobre informática e para o público masculino que costuma utilizar muito mais a Internet ainda mais se tratando de um livro sobre informatica. O que acha? Qual deveria tentar? Tenho alguma chance? abs, Marcia Mendel
Comentário de marcia — 21 Outubro 2006 #
sou uma garota de 11 anos e gosto de livros de açao,aventura e misterio,mas o que desejo e publicar um livro só meu alem de conhecer amigos que desenhem bem na minha propria escola. Mande um e-mail p/ mim.
Comentário de Mariana Guimaraes — 1 Novembro 2006 #
Ola!!!
Tenho 13 anos e escrevo poesias,mues amigos e professores gostam do que eu escrevo,e ja tenho varias poesias,devo tentar publicar,ou escrever eu mesmo e lançar na net?
Comentário de Samuel — 8 Novembro 2006 #
Márcia, Mariana e Samuel,
Aconselho iniciar com um blog. Vai colocando aos poucos os pedaços do livro, periodicamente. Divulgue o endereço para todos seus amigos e espere algumas semanas até que o blog tenha um público variado.
Vá acompanhando nos comentários de cada post (notícia) do blog se o pessoal está gostando ou não, incentive críticas e sugestões. Assim você vai melhorando seu texto e já tem uma prévia de “mercado”.
Se tudo der certo, você terá a certeza e a empolgação necessárias para levar o projeto do livro adiante.
Boa sorte!
Comentário de Aurélio Jargas — 9 Novembro 2006 #
Gostei do seu blog, e viajei em várias páginas.
Lendo essa matéria, percebi que estou lendo mais livros (e-books) na tela do que antes da existência desses e-books.
To navegando e encontrando e-books que me interessam vou lendo.
Sou apaixonada por photoshop, e vi voce mencionar paypal, voce poderia me explica como se compra livros usados no amazon.com? Pago taxa de importação? Eu quero comprar livros usados, de photoshop, porque são baratos.
Obrigada,
Aprilo.
Comentário de Aprilo — 11 Novembro 2006 #
Aurélio:
Gostei muito de suas idéias. Também leio livro em pdf e sou escritor de obras referentes à política e justiça, principalmente a Trabalhista.
São assuntos complexos, principalmente justiça onde requer estudo sobre leis e artigos para não cair nas malhas da lei quando ferir os dispositivos.
É muito difícil editar livros no pais, principalmente pela ínfima quantia paga aos escritores, mas entendi sua mensagem sobre os valores.
Tenho vários livros escritos, inclusive um versa sobre o futuro, sobre a esteira da vida. Já pensei em lançar o livro em PDF, mas sempre fiquei com o pé atrás, mas lendo o seu blog achei interessante.
O meu site tive que retirar do ar http://WWW.DESONESTUS.REG.COM BR, pois tive alguns atritos com juízes apesar de não ter ferido nenhum dispositivo legal, mas estarei retornando de novo.
O meu livro A SOCIEDADE E OS DESONESTUS COMPETENTIS e COMO SE LIVRAR DE PROCESSOS TRABALHISTAS, 350 e 210 pgs estavam entregues a editora Scortecci, mas ainda não fechei nada com ela, pois o dinheiro está escasso.
O que me aconselhas já que tems prática. Fazer um blog, ou continuar com meu site divulgando.
Obrigado,
Hélio
Comentário de Hélio Leite — 20 Novembro 2006 #
Hélio,
Como você já tem os livros prontos, então só falta encontrar a editora mesmo. Se esta para qual você enviou não pode publicá-los, tente outras!
Blog ou site, é indiferente se você atualizar de vez em quando com conteúdo novo. Mas mencione seus livros no site, de repente consegue chamar atenção de alguma editora ou algum contato importante. De repente até algo mais agressivo como uma chamada “QUERO PUBLICAR MEU LIVRO, ME AJUDE”.
Mas vá atrás que você consegue, não desista!
Comentário de Aurélio Jargas — 21 Novembro 2006 #
Saudações, Aurélio.
Sou poeta e sei o quanto é trabalhoso e custoso lançar um livro, ao conversar com meu antigo editor a edição de meu livro ficaria em preço médio de quarenta reais, sinceramente nem eu compraria meu próprio livro com esse preço. O e-book surge como ótima alternativa. Tive a mesma dúvida que você, lançar “e-book ou impresso?”, a solução: lançar uma prévia em e-book para arrecadar um pouco de dinheiro para daí partir para a versão impressa. Só que tenho um grande problema: sou praticamente um “analfabeto digital” e não faço idéia como é que faz um e-book…
Comentário de Fred Caju — 26 Novembro 2006 #
Fred,
Fazer um e-book não é tão complicado, basta salvar seu livro no formato PDF, que não permite alterações (trivialmente).
A versão nova do MS Word parece que vai ter isso, mas você pode abrir seu livro no BrOffice.org, exportá-lo para PDF e está pronto o e-book.
Tem mais alguns detalhes no processo, mas o básico é só isso. Quero ver se faço um post detalhado sobre isso quando sobrar um tempo.
Abraço
Comentário de Aurélio Jargas — 29 Novembro 2006 #
Dr. Aurélio,
Cara, como é difícil publicar um livro. Tenho 3 obras no computador e acredito que vc tenha me dado uma soluçãoplausível. Obrigado,
Ricardo Augusto
Comentário de Ricardo Augusto — 11 Dezembro 2006 #
Gostei muito da sua contribuição. Sem nenhum onus você passou sua experiência que serviu de exclarecimento para uma série de dúvidas.
A riquesa de detalhes mostra que você tem muita propriedade no que faz.
Sou Prof. de Informática e Sifu(Prof.) de uma arte marcial chinesa chamada de Wing Chun.
Fortaleza-Ce.
Comentário de Marcos Teixeira — 28 Janeiro 2007 #
Oi Aurélio.
Primeiramente, meus parabéns pelas tuas conquistas e vitórias, você é uma espécie de incentivo para quem deseja escrever um livro. Mas Aurélio, se não for incômodo, você poderia me enviar pelo meu email, em tópicos e com algumas acentuações, como é o processo da publicação de um livro? Valores, primeiros passos, se dirigir para quem, dentre outros. Ficaria grato,
Artur Charczuk
Comentário de Artur — 4 Fevereiro 2007 #
Meu email arturcharczuk13@yahoo.com.br
Grato,
Artur
Comentário de Artur — 4 Fevereiro 2007 #
Ola…
No meu caso como leitor prefiro o livro, apesar do ClearType no PC. para quem não conhece e a tecnologia que faz com que a tela do computador fique um pouco mais suave para leitura.
Ler um livro se torna muito menos cansativo para a vista que um e-book.
E como autor.. estamos em um mundo open-source.
vamos publicar PDF’S GPL.. rsrsrrs
Comentário de Thyago Bruno — 8 Fevereiro 2007 #
Achei muito bonito tudo li, parabens.Tenho filhos e plantei uma árvore, só falta escrever um livro. Fazem 14 meses que rabisco rascunhos… Logo, logo …quem sabe
Comentário de Gerson — 19 Fevereiro 2007 #
olá, eu tenho 13 anos e perfiro livro impresso.
Perciso de um conselho: estou a escrever uma historia que está a agradar e a encantar amigos meus. Aquilo começou por ser um texto adicional para a escola( uma brincadeira mesmo), a verdade é que ja vai quase na 20ªpagina e está longe de acabar.
è uma história com ficção, fantasia, aventura, drama, romance…e por aí fora, considero que tenha um bocado de tudo.
Tenho 2 ou 3 amigos que me estão sempre a pedir as actualizações da história alguns xateia-me a cabeça para quando acabar de a escrever para a publicar, mas eu não sei, tenho muitas duvidas em relação a isso e não deve ser fácil o “Combate” com uma editora.
O seu trabalho está excelente!
Adorei.
Comentário de Rita — 21 Fevereiro 2007 #
gostei das suas explicações e respostas. Possuo alguns escritos de auto ajuda e estava pensando em colocar via e-book, diante de tanta dificuldade em publicar, vou entrar no site e exportarmp formato PDF, valeu pelas dicas, brigadddú
Comentário de ALVARO — 24 Fevereiro 2007 #
Aurélio,
Acho o PDF um formato bacana, e pelo visto o futuro aponta pra isso… Lá fora já tem gente ganhando uma boa grana com isso, vide 37signals - Getting Real
Comentário de Bruno Caimar — 6 Março 2007 #
Lançar em e-book e depois partir para uma versão impressa?
Lançar apenas em e-book?
Resp.: Lançar o livro em cd(evitar os custos com gráfica ou a editora, mostrar figuras, fotos, muita cor, o leitor pode imprimir a obra se preferir, pode colecioinar os volumes em cds, caso o livro tenha) divulgar o livro cd na net com site própiro ou de terceiros, enviar o cd pelo correiro depois do depósito em conta bancária, manter um blog e divulgar o livro cd no blog,etc. Porém como o e-book, o livro cd também está sujeito a pirataria. Mas nem o livro impresso escapa do xerox ou do empréstimo. Creio que para começar a divulgação e arrecadar 100% de lucro é mais viável um livro cd. Eu gasto R$6,00 para fazer em minha casa o cd com qualidade e o preço que cobro é peloconteúdo e pelo tempo, energia e experiência que tive de gastar para reunir as informações para o leitor.Tenho um de mais de 100%. E ando com vários cds na bolsa onde faço o corpo a corpo e vendo bem. Ganho em um mês, muito mais que o Aurélio que segundo ele mesmo é necessário para ele ganhar R$64,00 por mês vender 40 obras(pdf) enquanto eu levanto esse montante com apenas 6 cds que eu vendo atualmente e pessoalmente em cinco dias sozinha, fora os divulgados no meu blog, no site e da propaganda boca a boca que já começou a surtir efeito. Assim creio que dentro de mais uns meses eu vou ter dinheiro para imprimir numa excelente gráfica o livro impresso com ótima qualidade e daí com ele e todo o seu histórico de venda convercer uma grande editora de que ele vale um investimento em rede nacional. Mandar um livro impresso e com um histórico de venda aumenta em muitas vezes a chance de ser lido pelo editor do que um simples maço de folhas dentro de um envelope pardo.Tenho um colega que já levantou R$12.000,00 assim e não quer saber de editora. E já inicia sua careira de palestrante, onde ele levanta mais uma grana legal.O cd também sá a sensação material do livro impresso que embora não o supere é melhor do que algo que fica só na tela do computador e sem figuras e muita cor(coisa que o pdf não dá) a cor das figuras , da capa , das fotos seduz muito.
Márcia
Comentário de Márcia — 15 Abril 2007 #
errata:detesto cometer erros de digitação, mas hoje estou com bastante pressa e no meu comentário anterior eu quis dizer mais de 100% de lucro. Márcia
Comentário de Márcia — 15 Abril 2007 #
Uma esperança para novos autores:
Cuidado com o pessimismo lançado de propósito no “ar” para desanimar os novos autores. O renomado Roberto Shiniashiki disse numa entrevista que não é verdade que não há espaço para novos autores, pelo contrário, as editoras têm muita necessidade de novos conteúdos. O que acontece é que existe muita oferta de conteúdos de pouquíssimo valor e pouquíssima oferta de conteúdo de alto valor. Em suma tem muita gente escrevendo porcaria e pouquíssimos autores que produzem conteúdo valioso. E ele disse mais,o que se divulga da grandiosíssima dificuldade de se conseguir uma editora, tem muito mais haver com a falta de conteúdos valiosos e portanto com a escazes de bons autores do que a disponibilidade das editoras de espaço para eles. As editoras precisam muito de novos e bons autores, com textos e conteúdos valiosos, porém estes autores é que são escasos, e é abundante a quantidade de gente que escreve conteúdos medíocres.Portanto se um autor produz realmente um texto, um livro uma obra de grande valor comercial, ou cultural, não será difícil entrar para a agenda editorial de uma grande editora mesmo que ele seja desconhecido porque esta parte caberá ao pacote promocional encomendado pela editora para a fabricação na mídia do nome do novo autor e sua obra. Quem escreve uma grande obra sabe bem o que está fazendo e o quanto vale e portanto não teme nem cai nessa bobagem de que as editoras não se abrem a novos autores. Concordo que existam apenas duas partes difícieis: 1- acreditar na obra e ter a coragem de se desgastar o suficiente para lapidá-la numa jóia valiosa.
2- agir (descer das nuvens e fazer acontecer(o livro tem de existir primeiramente na mente e nas mãos do autor) e ser realmente enviado à editora de uma forma profissioanl e inusitada(não seja injênuo que um envelope pardo tenha este poder) uma grande obra exige uma grande idéia para ir parar na mesa do editor.EX. além da obra ser de grande valor(excelente qualidade) precisa de um par de mãos que tenha ligação direta com o editor ou entrar na editora convidado por ela mesma porque já tem um histórico(uma existência materializada que ao menos insinua que é muito capaz de fazer sucesso em rede nacional pelo menos). relembro: Não caia na bobagem de enviar o origonal em word num maço de folhas dentro de um envelope pardo, isso é suicídio, é matar o seu talento e a sua obra no ninho.
Márcia
Comentário de Márcia — 15 Abril 2007 #
errata: ingênuo
Comentário de Márcia — 15 Abril 2007 #
Durante a leitura do seu post eu fiquei bem indecisa sobre qual formato seria o melhor, mas depois pensei “nada melhor que um livro mesmo^^”
Comentário de Gisele B. Bizarra — 15 Maio 2007 #
quanto sai para finalizar um livro de 50 pag.
alguem sabe ?
Comentário de renato — 23 Maio 2007 #
eu sou assim não pr4eciso de mais nada anaõ ser ser eu
Comentário de giselly — 28 Maio 2007 #
o amor e uma dor
Comentário de giselly — 28 Maio 2007 #
eu queria mesmo era fazer um livro mas ate agora eu so emcontrei como comprar um
Comentário de giselly — 28 Maio 2007 #
As praticidades que o e-book oferece são várias, como por exemplo: aumentar o tamanho do texto, não ocupar espaço físico, você poder imprimir apenas as partes mais importantes.
A maioria falou do e-book como se o livro impresso não oferecesse a possibilidade de cópias. Tem pessoas que copiam livros inteiros, e de papel mesmo. Quando eu tinha 16 anos trabalhava na gráfica de uma empresa, todos os dias faziamos favores “xerocando” livros inteiros ou, grande parte deles, para os funcionários que faziam faculdade, cursinho, etc.
Quem aqui, quando criança, não precisou comprar um livro para a prova de lingua portuguesa, e teve que emprestar para vários amigos, ou pediu emprestado?
Quando a pessoa não quer comprar o livro, ela não compra. Vai em Biblioteca, pede emprestado, “xeroca”, etc. Quanto mais conhecido o livro, mais fácil fazer isso. Sempre tem um jeito.
Já com o e-book não é tão fácil, os autores e suas obras não são tão populares, é mais difícil você conhecer alguém que tenha comprado e pedir a cópia.
Ao contrário de muitos aqui, eu adoro e-books, tenho centenas, a maioria em inglês. Você pode encontrar milhares de e-books gratuitamente, de ótima qualidade. Já comprei vários e-books, e não me arrependo, posso ter uma Biblioteca enorme dentro de um CD ou Pen Drive.
Comentário de Silvano — 7 Junho 2007 #
Aurélio.
Gostei muito do seu texto comparativo entre um livro normal e do e-book, bem como dos comentários que suscitou, razão pela qual desde já deixo o meu parabéns.
No meu sentir trata-se de um início de discussão a respeito de publicar os materiais escritos e tenho algumas idéias para lançar também a esta discussão (algumas delas colhidas aqui mesmo entre os comentários).
Pois bem. Escrevi dois livros como co-autor:
http://www.abeditora.com.br/Detalhes/detalhe_123.htm
http://www.abeditora.com.br/Detalhes/detalhe_154.htm
E um e-book, que distribuo gratuitamente, por meio do meu blog:
http://codigosparateste.blogspot.com.
Não penso, ainda, em extrair vantagem econômica deles, mas tenho planos para o futuro. Trata-se apenas de uma estratégia (não ganhar agora, mas fazer um bom alicerce).
O importante de quando já publicou: 1) mantém contato com uma editora, de forma que o escritor possa publicar mais livros e aí começar a auferir rendimento, ou aumentar o que já tem. 2) ser conhecido no mercado, inclusive de outras editoras, que conhecerão seu potencial. 3) conversar a respeito com outros escritores, de forma a agregar conhecimentos sobre a publicação (como estamos fazendo aqui). 4) divulgar amplamente que é escritor.
Pois bem. Alguns cuidados: 1) escrever certo (ou procurar escrever), ainda que seja em comentários, pois isso dá credibilidade para quem está lendo e é crítico: imagine-se indo a uma dermatologista que tenha a pele do rosto toda descuidada, ou em um mecânico fundo de quintal. Você dará credibilidade? E para um escritor que não escreve corretamente? 2) participar de discussões sobre o tema (repito: o que estamos fazendo aqui). 3) formar uma comunidade (sugiro no orkut, ingressando em alguma afim ou em uma nova - aliás, me inscrevi na comunidade chamada ESCRITOR PROFISSIONAL?).
Sobre a editora, vislumbro três possibilidades para os iniciantes, sendo que as duas primeiras são: 1) o próprio escritor contratar uma editora que faça a catalogação da publicação (aquela parte que geralmente fica no verso da primeira folha, informando os dados da obra), editora esta que imprime e publica, cabendo ao contratante pagar por tudo e vender o que foi feito e 2) da mesma forma, mas sem tal catalogação, que muitas editoras pequenas fazem (fica mais barato). A terceira possibilidade é convencer uma editora publicar seu material, arcando com todos os custos (a editora) (aí tanto ela paga o escritor em exemplares, quando em dinheiro ou crédito, o que depende da negociação).
Agregando a tudo isso estão as licenças, cuidados com direitos autorais de outros e impostos.
Por fim acredito que o mais importante de tudo foi que o assunto despertou interesse, tanto para alguns que escrevem, quanto para os jovens iniciantes, que têm idéias a desenvolver.
Esta foi uma primeira opinião, sob censura.
Abraços a todos.
Boa sorte.
Sucesso.
Édison Vaccari
jev@cultura.com.br
Comentário de Édison Vaccari — 24 Junho 2007 #
Prezado Aurélio,
Antes de mais nada meus sinceros agradecimentos pelas suas Expressões Regulares as quais já me ajudaram muito.
Parabéns pelo discussão sobre E-Book ou Livro Impresso!
Acho as duas formas de publicação válidas. Pessoalmente, prefiro livros impressos. Acho mais confortável para a vista e para o corpo ficar lendo numa poltrona ou sofá do que tentar ler livros numa cadeira diante de uma tela de computador. Mas, quando há necessidade de digitar um código de programação que já existe numa publicação (por exemplo: Expressões Regulares) é muito melhor copiar e colar a partir de um arquivo ou de um site.
Há, no site do Instituto de Economia da UFRJ, um estudo muito interessante que talvez lhe possa trazer mais informações. Ele foi encomendado pelo BNDES e chama-se “A Economia da Cadeia Produtiva do Livro”. Está disponível na seção de downloads:
http://www.ie.ufrj.br/publicacoes/ebook/ebook_a_economia_da_cadeia_produtiva_do_livro.pdf
Segue uma experiências que conheci há alguns anos:
“Durante o meu 1o. e 2o. Grau usei, entre outros, dois excelentes livros de Matemática intitulados “Toda Matemática em 1000 Exercícios” cujo autor, um Engenheiro Eletrônico do IME era, ao mesmo tempo, autor e distribuidor. Os pedidos eram feitos por Telefone ou Reembolso e a entrega à Domicílio. A capa de um era em degradê laranja, a do outro em degradê verde e tanto a redação quanto a diagramação (p/b) eram impecáveis.”
A sua página divulgando o livro de Expressões Regulares ficou muito boa! Eu acrescentaria apenas a lista dos endereços e telefones das lojas físicas em todo o Brasil, mesmo das pequenas, pois, às vezes se quer ter o livro na mão o quanto antes para aproveitar uma folga. Quanto menos informação precisar pedir por telefone ou por e-mail melhor, pois, os serviços de atendimento por telefone nem sempre estão disponíveis e as entregas pelo correio ainda são muito demoradas.
Mais uma vez,
Muito Obrigado!
Carlos Alberto
Comentário de Carlos Alberto — 13 Julho 2007 #
Oi, Aurélio.
Não sou leitor de livros técnicos (quer dizer, até sou, mas da minha área, que é Filosofia e não informática), mas achei muito interessante a comparação entre as duas formas de publicação, pois é um dilema que estou encarando no momento.
Estou publicando um blog para quem quer gastar pouco numa viagem a Nova York e pretendo transformar tais dicas num guia de viagem. Mas ainda estou dividido entre enviar para editoras ou eu mesmo bancar uma publicação sob demanda e um e-book. Tenho certeza de que o lucro no segundo caso será maior, mas, como você mesmo afirmou, a visibilidade que uma editora comercial proporciona não tem preço.
É bem provável que eu eu tente a segunda opção, mas, ainda vou decidir.
Um belo post!
Abraços.
PS: Só faltou informar o número de visitantes do blog para o número de vendas, apenas para termos uma estimativa da percentagem de leitores que compra a apostila.
Comentário de Henry Alfred Bugalho — 22 Julho 2007 #
Estou escrevendo um livro agora e digitei apenas a titulo de pesquisa. Como escrever um livro. E vc apareceu com toda esta explicacao minuciosa, e fiquei comovida com seu carinho e atençao em ajudar outros que estejam querendo trilhar este mesmo caminho que vc define tao bem, como solitario e eu acrescento, considerado por todos, principalmente pelos de casa, como pura perda de tempo.
Mas sabemos o quao prazeroso ele é.
E te parabenizo, pela iniciativa. e muitos bjus.
Comentário de Vania Menghi — 2 Setembro 2007 #
e ai compadi ,eu estou morando auqi em los angeles e por causo de uma briga animal foi parar na cadeia e fiquei por 30 dias ,conheci outras cadeias pois mudava muito e com isso descidi escrever a historia doque se passou ,e conta com gente famos do hip hop que eu cinheci la dentro ,tem morte ,brigas,fome ,frio ,solidao.depressao,gangues ,racismo tudo que javia la eu relatei e depois de 2 anos meu livro esta pronto ,pretendo arrumar uma aditora porque nao quero ter muito trabalho .e uma opsao ,preciso saber como e o inico de um prossesso pra registrar um livro ,ou um site mais explicativo .abracx
Comentário de thronn — 9 Outubro 2007 #
Cara, curtiiiI seu blog em….
Td explicadinhoOOo, tah deixandoOO mta coisa clara pra mto “Escritor” por aee…. Eu sou um delessSss!!!!
Vlwww, e Boa sorteee EM td pra tiiI…
Bjs
Comentário de ->LMM — 22 Outubro 2007 #
Prezado Aurélio, Obrigado pelas suas informações e quero te dizer que também estou nessa luta (A publicação de um livro). Bom O meu está disponível no meu blog. Dá uma chegada lá, se te interessar deixa um comentário e a gente se fala depois, Ok?
Vlw
Comentário de Richardson Luz — 30 Outubro 2007 #
BEM GOSTEI DE SUAS INFORMAÇOES,, FOI DE GRANDE VALIA, OBRIGADO,, ESTOU PARA ESCREVER ALGO AS NAO SEI COMO COMEÇAR,,.
Comentário de sadi — 30 Outubro 2007 #
Eu gosto muito de livros impressos, mas ultimamente tenho lido mais e-books justamente pelo baixo custo.
Comentário de Viviane — 6 Novembro 2007 #
Você faz uma análise ótima, parabéns! É um desafio, como se comparasse laranjas com bananas. E os comentários oferecidos estão bem densos, claros.
O ebook parece que ainda não pegou, e olha que já tem tempo a tecnologia do pdf, dentre outras.
Mas a estratégia de ter ambos, ebook e papel, parece bem ajustada.
abraço
Comentário de armando — 20 Novembro 2007 #
Cara, antes de mais nada parabens pelo blog e tudo mais :-)
Minha opinião é que: depende do tipo de livro. Se é um livro apenas para referencia, prefiro muito mais em PDF… você faz uma busca, acha o que precisa e pronto. Não é o tipo de texto que tem que ler inteiro, entende?
Já livros sobre assuntos mais complicados, que exigem que o leitor acompanhe o raciocínio passo-a-passo, prefiro um livro comum. Mesmo pq, neste tipo de livro você não utiliza o sistema de busca com frequencia, e um livro de papel é muito mais confortavel de se ler. Talvez o dia que os leitores de livro se popularizarem (tipo aquele que saiu agora pela amazon) ai talvez os PDFs sejam realmente muito melhores.
Comentário de Stan — 30 Novembro 2007 #
Olá Aurélio, tudo bem?
Então cara, vc me esclareceu muitas coisas…mais ainda falta uma:
Como faço para vender um livro( ou a idéia de um) para uma editora?
Abração ai!!!
Comentário de Thiago — 16 Janeiro 2008 #
Caro amigo
Escrevi dois livros , um de causos e estorias pitorescas e folcloricas,com palavreados do seculo 19 , onde ainda nao existia carro , tudo era carregado no lombo de mulas , em trilhas perigosas , num sertao de sao paulo ,
O outro livro e uma historia da revoluçao de 1964 , onde um personagem fez a historia , e esperimentou o maior sofrimento que um homem pode sofrer na vida , ver uma filha namorar seu proprio irmao sem saber ,querem saber , comuniquem comigo
obrigado
Comentário de Obadi Ribeiro — 17 Janeiro 2008 #
caro amigo
Preciso publicar meu livro me esnsine como posso fazer, para publicar ,sou pobre e naotenho recurso , faço paeceria com quem quizer, me ajudar , preciso publicar eu prometi ao meu avo que sua historia e seu nome ia ser conhecida no mundo todo , pois tenho certeza que esta historia vai fazer muito sucesso no brasil e no mundo, pois e uma historia de amor entre um neto e um avo ondeum protegeu ate sua morte
me ajudem por favor, obadi ribeiro
Comentário de Obadi Ribeiro — 17 Janeiro 2008 #
[...] Publique em PDF e deixe disponível em seu site: leia um comparativo entre a publicação impressa e um eBook [...]
Pingback de Publique seu livro de graça | Nossa Via: o conteúdo passa por aqui! — 24 Janeiro 2008 #
tenho 11 anos e eu e meu colega estamo escrevendo poesias e nos gostariamos de publicar um livro so que não temos dinheiro para isso ele tanbem tem 11 anos
(jennyferolix@hotmail.com)
Comentário de jennyfer — 30 Janeiro 2008 #
Oi,Aurelio
Escrevi um livro.”DIARIO DE BORDO”acerca de uma viagem que fiz pelo mundo num navio cargueiro.Estou c/ uma editora paga,mas,gostaria de coloca-lo como e-book.Gostaria de sua opinião;é meu primeiro livro -sou neòfita-mas,adoro escrever e tenho muita estória p/contar.Posso esperar um e-mail seu?
Comentário de miriam sales — 3 Fevereiro 2008 #
Amigo, gostei muito do seu blog. Achei que você foi bem ao abordar a realidade de um autor literário. Pelo que li a dificuldade é grande, mas também acredito ser possível passar de escritor anônimo ao estrelato com uma obra inédita e audaciosa. Estou escrevendo meu segundo livro. O primeiro ainda está sendo analisado por algumas editoras. Tenho encontrado diversas barreiras na fase da publicação. É um árduo caminho, mas vale á pena. Se pensar que um bom romance leva em média dois anos para ser escrito, imagina a alegria e contentamento depois que ele estiver em um livraria? Lembrando o que você mesmo disse: “imagine a alegria de sua mãe ao ver seu nome em uma capa de um livro, exposto em uma livraria?” Deixo um abraço, e desejo sorte em seu caminho.
Comentário de marcos ferreira — 9 Fevereiro 2008 #
OI TUDO BEM MEU NOME É PAULO H. VOU TE DIZER UMA COISA CARA VC RECEBEU MUITOS E-MAILS BOM EU VOU SER BREVE EU ESCREVI UM LIVRO SOBRE O DIA A DIA PESSOAS EU GOSTARIA QUE VC AVALIASSE A MINHA HISTORIA MAS SÓ QUE EU QUERO ENVIA-LA POR CORRESPONDENÇIA, EU GOSTARIA QUE VC ENVIASSE PARA MIN O SEU ENDEREÇO, O MEU ENDEREÇO É, RUA 10 DE NOVEMBRO N 128 CENTRO CIDADE V. ALEGRE. ESTADO CEARÁ CEP 63540000 DDD 88
Comentário de PAULO HENRIQUE V. BORGES — 12 Fevereiro 2008 #
gostaria de saber se alguem ai poderia me ajudar com esta informação:
existem algum programa que me permiti escrever já em formato um livro no meu pc, sei que word dá, mas não quero usar-lo queria outro programa, um que já me permitisse escrever já em formato de livro incluindo a capa.
Comentário de luiz — 18 Fevereiro 2008 #
Luiz, conhece o LaTex? Existem diferentes “clients” de LaTex para diferentes plataformas. Mas recomendo fortemente. Depois de venceres a curva de aprendizado (maior que Word-like), vais ver que compensa.
Comentário de dbauermann — 28 Março 2008 #
Oi Aurélio!!!! Tenho um trabalho pronto para publicação e não sei por onde começar!!! Será que você pode me dar uma ajuda? Eu encaminho a minha idéia como um “Projeto” ou devo encaminhar a obra em si? Devo ir pessoalmente ou mandar pelo correio? Procuro por um setor específico? Enfim, estou totalmente desnorteada!!!!!
Parabéns pelo seu trabalho.
abraço
Comentário de Daniele — 11 Abril 2008 #
Oi Daniele, eu sugiro enviar um projeto com uma amostra do conteúdo e se possível, ir pessoalmente. Mas ligue antes para marcar. Converse com o atendente da editora e peça orientação, pois cada uma pode ter um processo diferente para o recebimento de propostas. Abraço e boa sorte!
Comentário de Aurélio Jargas — 14 Abril 2008 #
Olá, sem querer entrei no seu blog e gostei muito destas informações que passou. Já tenho um e-book que disponibilizo gratuitamente e estou criando outro que pretendo comercializar.
Eu sou viciada tanto em e-book quanro em livros impressos…. acho que um não substitui o outro. Acho que os e-books são mais eficazes quando trazem um conteúdo mais educativo ( tipo um manual), ler um romance pelo computador por exemplo seria um tédio, não é mesmo?
Abs!
Carla
http://www.supermaquiagem.blogspot.com
Comentário de Carla — 2 Maio 2008 #
sou um escritor,com um livro quase pronto
apesar d ser jovem(13 anos),nao sei c o livro irá fazer sucesso por esse fato,ou talvez nem lance…
ms,quando ele ficar pronto(sem querer fazer propaganda),eu ponho o nome dele aqui…
obrigado pela atençao
Comentário de luis fellipe — 5 Maio 2008 #
Oi. Achei interessante a transparência que vc deu ao assunto. Sou analista de sistemas da antiga, do tempo do COBOL, ASSEMBLER eoutras coisas mais, mas sou aluno do Curso de Direito, e por isso mesmo sou obrigado a ler com frequencia alta. A titulo de colaboração, repasso a vc uma experiência da XEROX das decadas de 70/80. Quando eles “criaram” o conceito de escritório virtual, foi proibido internamente o transito de papel, tudo era virtual, mas os funcionários de maneira quase natural ignoraram a novidade e continuaram a imprimir aquilo que vinha por meio eletronico. Chegaram a tirar as gavetas das mesas para evitar que se estocassem papel, mas o que ocorreu foi que embaixo das mesas, no chão, pilhas de papel se amontoavam. O fato é cultural nós mais velhos, e mais velho ai é qualquer pessoa com mais de 20 anos, foi habituada a ler livros, jornais em papel, eu por exemplo, até pouco tempo atrás não conseguia ler jornal em video, era muito chato, ja meu filho de 15 anos só lê na telinha, verdade quando lê! Ele simplesmente não sabe ler jornal em papel, segundo ele suja os dedos! Assim acredito que gerações futuras terão a mesma dificuldade que nós temos hoje ao trocar a midia. Outro fator é o tamanho das casas, eu pelo menos, tenho livro em qualquer canto da casa, qualquer mesmo, inclua ai banheiro e cozinha. Também estou escrevendo um livro sobre Direito Infomático, projeto longo, pois ainda me falta fluencia em algumas partes a serem abordados, comecei por cançar de ver advogados escrevendo bobagens e juizzes sentenciando como se a Informática se resumisse no DESKTOP da mesa deles.
Comentário de william gusman — 10 Maio 2008 #
ops!” cansar
Comentário de william gusman — 10 Maio 2008 #